Episódio 1: Movimentos Cívicos | Movimento Quebr’a Corrente

A convidadas são Tânia Mesquita, consultora empresarial em sustentabilidade e ativista dos direitos dos animais. É fundadora deste movimento. Vanessa Arrobas, advogada e pós graduada em direito animal, membro do Quebra a Corrente.

O quebra a corrente é um movimento cívico comprometido em acabar com o acorrentamento de cães. Desde 2018 que mobiliza dezenas de pessoas em Portugal para quebrar as correntes. É um projeto simples, de mudança sistémica e de alcance nacional.

Para libertar cães acorrentados, a solução é simples: vedar espaços com a ajuda de voluntários e em colaboração com os tutores dos animais.

Através de campanhas de fundraising compra-se o material de vedação e delimita-se uma área exterior para libertar o animal. De tão simples que este projeto é, consegue expandir-se numa miríade de teias interligadas não aparentes à vista desarmada.

Num país pouco habituado à acção de uma sociedade civil não formal, a la Toqueville, este movimento é diferente.

O quebra a corrente muda a vida de cada cão acorrentado, mas muda muito mais do que isso. Oferece a oportunidade a quem detém um animal de companhia de lhe proporcionar uma vida digna, de promover novos laços que a própria noção de liberdade proporciona, de oferecer aos voluntários a possibilidade de participarem num processo transformativo. Ao movimento, sobretudo animal, de perceber que todos, até os mais imprevisíveis, podem fazer parte da solução, e mais importante que tudo, o quebra a corrente oferece uma solução eficaz e tangível para um problema.

Precisamente por isso quisemos começar com elas, para aprendermos e compreendermos que traços podemos transpor para questões mais profundas e genericamente mais difíceis de resolver.

Qual o vosso background académico e profissional e o que vos levou a fazer parte deste movimento cívico?

Tânia] Tenho uma licenciatura em desenvolvimento comunitário pelo ISPA Instituto Superior de Psicologia Aplicada e tenho mestrado em psicologia clínica e ao longo dos anos tenho vindo a trabalhar na criação e na implementação de programas sobretudo de intervenção humanitária para integração de pessoas em situação de desvantagem.

Mais recentemente trabalho enquanto consultor empresarial para a promoção da sustentabilidade e da responsabilidade social das empresas. Decidi criar este movimento no final de 2017 para responder a uma situação muito específica os animais e os cães. Neste contexto neste caso os cães acorrentados da minha comunidade. Para além disso também para inovar de alguma forma relativamente às respostas que existiam e que existem que vi muitas das vezes a retirada dos animais o resgate dos animais aos tutores como sendo a única solução viável. O movimento prevê a intervenção no próprio contexto prever que o animal se mantenha junto dos seus tutores e que nesse contexto sejam criadas as condições para permanecer sem correntes através como disseste muito bem no início da vedação de espaços exteriores. Depois como no sozinhos não chegamos a lado nenhum. Conheci a Vanessa numa pós graduação em Direitos Animais na Faculdade de Direito Universal de Lisboa e foi nesse contexto que a convidei. Tendo em conta também a sua vasta experiência e conhecimento nestas áreas para se juntar a nós.

Vanessa] Olá Tiago obrigada Tânia pela introdução. Agradeço igualmente o convite para fazer parte deste Cast que se augura a meu ver pela sua originalidade venha a ser um sucesso. Esperemos que sim no que toca ao meu hobby que não lhe posso dizer. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa fui reunindo ao longo do tempo de tudo o que foi surgindo em termos de formação na área do Direito Animal e que pudesse de alguma forma contribuir para o meu conhecimento pessoal não só a título pessoal porque isto porque e porque sempre me interessei e me preocupei com os animais mas também uma perspetiva de exercício da minha profissão enquanto advogada.

A primeira conferência a que assisti remonta ao ano de 2013. Desde aí destaco no meu percurso formativo um Curso Avançado de Direito Animal que fiz em 2015 bem como um curso de verão interessantíssimo sobre o estatuto dos animais na ciência e na ética e no direito em 2017.

E por fim a primeira pós graduação em Direito dos Animais leccionado em Portugal em 2018. Como se referiu a história foi que foi nesse contexto que nos conhecemos e cujo trabalho final com o tema maus tratos como crime ou aleitamento.

Tive a oportunidade de apresentar uma mesa redonda da qual a Tânia fazia também parte. Provedora dos Animais de Lisboa no passado mês de junho portanto no âmbito deste debate deste curso pós graduado tendo conhecida Tânia houve aqui realmente a ponte para fazer parte do núcleo central desta equipa do cardápio que quebra a corrente com o qual eu me identifiquei de imediato identificando me com o seu objetivo com a sua estrutura.

Portanto não podia identificar me mais com aquilo a que se propõe o movimento porque de facto a libertação de um cão acorrentado é absolutamente reconfortante e o facto de percebermos que os seus cuidadores são capazes de alterar a sua maneira de pensar em relação ao que significa assegurar o bem estar daquele animal faz nos sentir que é possível mudar mentalidades e isso é verdadeiramente inspirador.

Falem-nos melhor acerca do vosso projeto?

Antes de mais é importante fazermos o segundo movimento de a frente não é nem foi concebido para ser um movimento que não se destina somente aos animais é também pensado para trabalhar com as pessoas com os seus tutores com os vizinhos com a comunidade envolvente criando uma Mudança Sistémica ou mudança social porque pessoas como disso porque não precisam de ajuda também para evoluírem de alguma forma.

Como veem como encaram e como cuidam do animal comunidades. Porquê. Porque parte do seu desenvolvimento reside na forma como habitamos e nos relacionamos com outros elementos do nosso da nossa comunidade e com outras formas de vida e como tal actuando Nesta perspetiva o movimento pretende criar uma mudança que seja uma mudança duradoura uma mudança que seja sistêmica também seja preventiva. Porquê. Porque está a evitar está está a alterar uma situação existente e a evitar que outras situações possam ocorrer e portanto intervém em todo o ecossistema dos animais sendo que a colaboração ativa dos tutores é fundamental e é uma das chaves do sucesso deste projeto.

[Pergunta dos Patronos] Este modelo tem alguma inspiração, não necessariamente associado aos animais? Ou aconteceu?

À pergunta se essas características têm algum algum modelo de inspiração antes de mais dizer que este movimento surge para dar resposta a uma necessidade muito concreta e muito específica que é a existência de milhares de animais acorrentados mais que cães e gatos também em Portugal nas nossas nas nossas comunidades mais próximas depois dizia que ao longo do tempo também que temos vindo a implementar este programa este dar força a este movimento temos também de alguma forma incutir nele os princípios alguns princípios teóricos que decorrem da nossa formação académica no nosso trabalho também enfim do ponto de vista profissional. Ele vai no terreno e portanto em todos e em todas estas influências posso te dizer algumas das grandes influências e de alguma forma orientações que nós trazemos para este trabalho desde logo nos princípios de não violência de tal forma que Ghandi advogava os quais também permitiram conduzir o seu processo pessoal profissional e comunitário fazendo uma abordagem assertiva uma narrativa um diálogo pacífico e positivo centrado na solução também. Desde logo na perspetiva de envolver nos a comunidade e envolver nos a participação cívica de todos os cidadãos porque esta deve ser uma causa de todos não deve ser uma causa apenas atribuída ou reivindicada por uma por uma entidade deve ser uma causa de todos porque em todos os locais existe conhecimento da existência e portanto animais acorrentados. Somos também inspirados por grandes pelos grandes movimentos cívicos da história que defenderam direitos liberdades e garantias fundamentais como o movimento das mulheres dos negros e mais recentemente também a causa a causa animal e toda a influência que nos tem que nos tem sido dada também nesses processos nos próprios processos de empowerment pessoal como eu te falei. Como falava pouco este este projeto também tem como intuito dotar as pessoas de capacidades e de competências para mudar a forma como tratam os seus animais e portanto. Também prevê a participação dos próprios destinatários da mudança na perspectiva que de alguma forma de criarmos então esta mudança sistêmica e depois na força da sociedade civil também para criar as respostas que são necessárias para fazer face aos seus problemas não.

O quebra a corrente é um movimento cívico, porque decidiram não formalizar enquanto associação?

Por isso também referido de que isto é um movimento de todos e que deve sim ser todos a participar têm de facto seu dever com com isto concreto e acabou também aqui de explicar porque é realmente uma questão que tem vindo a ser colocada e sugerida inúmeras vezes porque nos proporcionaria usufruir de algumas vantagens de facto tornar tornasse uma associação no entanto a nosso ver desvirtuar ia a essência daquilo que procuramos transmitir e que só é alcançável através de uma iniciativa desta natureza portanto só um movimento cívico nos permite albergar situações de todo um país.

Para isso envolvendo cada indivíduo da comunidade local é realmente total desse desse poder não é com a coletânea diz só.

Só assim cada um de nós tem a noção que é capaz de fazer parte deste processo e contribuir para a mudança ainda que de uma forma articulada com a nossa orientação. Portanto é um bocadinho essa a ideia que nós não queremos deixar fugir até coisa que têm sido os maiores desafios que tem encontrado na prossecução do projeto para o projeto. Eu penso que o maior desafio aprenderá com o lidarmos diretamente com as situações e com as pessoas que delas fazem parte numa tentativa aqui numa perspetiva de alteração daquilo que sempre pensaram ser o correto. Portanto em relação à forma de manter os seus animais mas mesmo na primeira abordagem e depois na continuação tanto tanto. Portanto logo desde o início houve de facto esse é o grande desafio deste movimento costuma dizer se que as mentalidades são o mais difícil de se mudar e sim de facto é difícil mas não é impossível. Eu costumo dizer isso muitas vezes que o movimento continua a acompanhar a situação em fase posterior numa perspetiva não só de manutenção das condições que já foram alteradas mas certificando se de que este cão não volta a ser acorrentado não é porque isto é sempre um risco.

O mais fácil é voltar a acorrentar e pronto mas mas de facto existe também a preocupação de haver um apoio e um aconselhamento sobre como melhor tratar e interagir com o seu animal em relação aos seus detentores nomeadamente incutindo lhes esta esta questão de dizer deles deveria levá lo a passear de forma regular e assegurarem também os cuidados médicos básicos que às vezes nós nós tentamos e percebemos quando chegamos a estas situações que realmente eles não existem.

Portanto antes antes de tratarmos do problema do arrendamento existe aqui uma preocupação maior e se calhar mais urgente que é de assegurar estes cuidados médicos ou de poder proporcionar que assim isso aconteça.

Em regra eu acho que o feedback que nos vai vai sendo dado e positivo sobre o sobretudo aquilo que se alterou e portanto nessa medida Respondemos aquilo que tu me perguntasse.

Obviamente que existe aqui um acompanhamento prévio durante toda esta intervenção e posterior haverá situações em que a simples sensibilização opera de forma a que perante a suposta necessidade de acorrentar os seus animais os tutores não cheguem sequer a fazê lo porque percebem que existem alternativas e que estas se encontram ao seu alcance e portanto nessa medida a sensibilização acaba por ter um resultado e temos já tido situações em que isto tenha acontecido. Agora quase todas as situações que vão compondo este nosso percurso extrai se que o modus operandi não é no sentido de ser tomado como exemplo pois em situações semelhantes e que através também da divulgação que nós que nós fazemos porque permitirá depois obter resultados maiores e mais abrangentes.

Isto para provocar naquele contexto macro que evidencia que na questão.

[Pergunta dos Patronos] Tem ideia de quantos animais estão presos a correntes?

Obrigado pela vossa participação, pedia-vos que deixassem alguma recomendação, livro, ou outro podcast ou mesmo outros projetos que considerem ter um impacto positivo que considerem importante para inspirar os nossos seguidores?

Podemos dizer que são milhares de animais e milhares de cães presa a correntes de norte a sul do país.

Não há um levantamento feito no ano assim não temos dados não temos dados obtidos no mesmo ano houve ainda essa necessidade. Enfim provavelmente será será feita em breve porque também haverá haverá uma evolução legislativa certamente nesse campo. Mas podemos dizer que o movimento chega pelo menos um pedido ajuda diário ou seja uma situação de pelo menos uma situação de alguém que nos pede ajuda este alguém importante aqui destacar porque estes pedidos de ajuda vêm sobretudo por parte das pessoas e dos animais que estão que estão nas ruas nas suas comunidades.

Isto damos aqui uma ínfima lição de que a sociedade civil está cada vez mais atenta e mais ativa não só na identificação dos problemas nas suas comunidades existe mas também na tentativa de criar soluções para dar resposta a estes desafios e nós nós jovens. Desse ponto de vista nós jovens seja na causa animal seja em outras causas ambientais que agora enfim temos estão também muito muito presentes.

Interessa nos cada vez mais causas e movimentos no ambiente temos esse exemplo um exemplo da ativista sueca da direita também que tem criado um movimento mundial para o combate às alterações climáticas. Outro exemplo em Portugal temos um grupo que é esta gente que é um grupo de jovens universitários jovens que se reúne para dar resposta às situações de reabilitação habitacional para famílias carenciadas. Apresenta aqui uma resposta que é uma resposta direta a um problema a uma situação concreta sem os sem complicações e sem soluções complexas e quebra correta também um movimento que pretende gerar uma mudança que quer efetivamente terminar e pôr termo a uma prática que está muito enraizada culturalmente nos nossos contextos comunitários que é a visão utilitarista dos animais e toda a perspetiva do corretamente. Mas voltando ao início da tua questão são muitas as situações que existem mas também são muitas as pessoas que se mobilizam neste momento para nos ajudar a prosseguir esta missão.

Falemos de impacto social. Como referia na introdução existe uma intervenção direta ao problema, mas das vossas intervenções depreende-se que querem intervir nos comportamentos, como é que planeiam essa intervenção, como medem ou pensam medir, existe também alguma intervenção preventiva, e a um nível mais macro?

 

O que trazes para debatermos é muito interessante. E inclusivamente.

Também procurado informar nos mais sobre toda a natureza que envolve e que está subjacente a intervenção do movimento cívico é um pouco por todo o mundo nós temos assistido aqui ao emergir de uma nova força social e política que são os movimentos cívicos. Eles estão a criar mudanças rápidas e sustentáveis. Um exemplo o movimento que o movimento nasceu com uma denúncia sobre assédio sexual a mulheres permitiu que depois milhões de outras denúncias e de casos fechados na gaveta pudessem emergir e vir e virão e vir ao de cima. E isso criou uma mudança de política também ou seja com influência direta nas políticas sobre a assistência a vítimas sobre a abordagem a estas questões do assédio. Desde então houve botões de pânico houve novas leis houve greves os movimentos cívicos por exemplo em prol do ambiente são outro bom exemplo de como também estas mudanças têm sido de alguma forma disputadas e têm ganho cada vez mais força porque são temas atuais sobre o tema são necessidades prementes e isso tem tido ainda mais força na mudança social do que as próprias leis. A mudança tem emergido das ruas tem emergido das empresas nos contextos de vizinhança das associações comunitárias dos grupos de jovens e a questão do voluntariado e do ativismo social são estratégicos e são instrumentos importantes que promovem.

a mudança social e cada vez mais o voluntariado pode ter como objetivo influenciar e estabelecer agendas por exemplo formular novas políticas tomar decisões e como disse antes como temos vindo a dizer antes a transformação pessoal é muito importante também nestes processos por meio da qual no nosso caso por exemplo no movimento quebra correntes os tutores mudam as suas convicções as suas perspetivas sobre a forma como de cuidar de um animal de como encarar um animal e mudar hábitos pois os seus comportamentos e as práticas a partir do momento em que sensibilizam ou adquirem um novo entendimento sobre uma situação. Nesse caso o que falamos do corretamente os animais inclusivamente o movimento quebra a corrente foi até recentemente consultado no âmbito de auscultação de um partido político com assento parlamentar para a criação e a influência na definição de políticas públicas sobre as questões de aproveitamento. Já uma proposta também que vai no sentido de proibir ou correntemente os animais já durante a próxima legislatura.

Portanto há aqui uma influência real e concreta de um grupo de jovens de um grupo de cidadãos que direcionam rumo a uma causa concreta que não resposta não é só na perspetiva de sensibilizar e na perspetiva de criar soluções eficazes que está em a políticas públicas e que está em fazer uma agenda totalmente política social e pessoal. Isso é um grande resultado também.

Enfim lateralmente com o resultado que nós temos em primeiro findou correntemente mas também queremos que haja expressão nos grupos de jovens movimento que está sendo protagonizado por nós enquanto líderes do movimento ou líderes ocupantes também espalhar um bocadinho para os outros voluntários do movimento quer para a corrente que competências e que é que põem em prática neste projeto competências que identificam a prática nesse projeto.

Nós costumamos dizer que as pessoas costumam perguntarmos de que forma é que podem associar se a este movimento. Muitas delas até partilham connosco os seus receios a sua dificuldade por vezes em abordar os tutores de animais acorrentados. Nós costumamos dizer que não. Enfim não há digamos uma competência ou uma capacidade que se destaque mais perante outras, mas por exemplo a possibilidade de como falamos há pouco de manter um diálogo assertivo de abordar as pessoas numa perspetiva colaborativa.

A gente não tinha Bento e seu fundamental envolve ele que partimos e partimos envolvê-las na definição dessa desgraça alteração nós quando de alguma forma pedimos autorização ou pedimos, ou seja, a partir do momento em que pedimos que as pessoas nos deixem entrar no seu espaço privado. Nós temos que fazer cedências e nós temos também que envolvê-las na definição daquilo que querem criar no seu espaço e sua casa e o seu quintal e seu território.

E ao criarmos essa relação de confiança nem damos a possibilidade de poder negociar e poder negociar os espaços mais adequados espaços como mais espaço para o animal poder também interagir juntamente com os seus coxos com as pessoas que circulam no mesmo espaço e respeito penso que essa perspetiva de empatia pelo outro de respeito e de ouvir em primeiro lugar antes de falar será a mesma mas esse não resistência também às vezes vem esse não é justamente esse julgamento que vocês falam é algo que vocês conhecem que aplicam está na vossa Johannes que Kepler.

O projeto ajuda a transformar também esta visão centrada num objetivo los a se transformar porque no fundo vocês aplicam parece que aplicam esta esta visão porque estão localizadas no objetivo que o objetivo não é julgar. O objetivo é libertar além de ser essencial uma transformação também.

Também será que vocês sentem se eventualmente isso até serve para outras situações serve?

É muito pertinente aquilo que acaba de dizer porque eu acho que eu falo por mim antes de fazer parte do projeto não é que eu já não tivesse se calhar um bocadinho dessa postura não é. Mas o facto é que eu coloquei digamos assim e interiorizar que de facto esta deve ser a postura e não só em relação a esta temática. Podemos aplica-la a tantas outras situações na nossa vida porque só temos só temos a ganhar com isso e realmente nessa medida o projeto acaba por nos transformar também em nós que fazemos parte integrante dele não é da sua essência acaba por transformar a nós também como pessoas e percebermos que há aqui um caminho que todos nós conseguimos fazer dois nós conseguimos fazer e que nos transforma a nível a nível pessoal.

E depois também no relacionamento com os outros e que no fundo esta esta possibilidade até porque uma das avaliações que se fazem do voluntariado para o momento do voluntariado corporativo é o que se pede para fazer a avaliação do voluntariado corporativo. No fundo vocês também estão a referir que essa é uma das Uma das vantagens de se trabalhar no voluntariado. Também esse retorno que se tem não só a nível do impacto da ação em si que é a libertação animal, mas também de todas um conjunto de competências que se aplicam através desta visão.

Recomendações

Activism and Social Change: Lessons for Community Organizing – Jul 2013
by Eric Shragge
Eventos Dog Summit Portugal

Show Notes

  • 07:57 Este movimento também prevê a participação dos próprios destinatários da mudança na perspectiva de, alguma forma, criarmos então esta mudança sistémica.
  • 11:33 Só assim cada um de nós tem a noção que é capaz de fazer parte deste processo e contribuir para a mudança ainda que de uma forma articulada e com a nossa orientação.
  • 20:00 A mudança tem emergido das ruas, tem emergido das empresas, dos contextos de vizinhança, das associações comunitárias, dos grupos de jovens e a questão do voluntariado e do ativismo social são estratégias e são instrumentos importantes que promovem a mudança social.
  • 33:11 Permitirá impactar a nossa mensagem em muitas mais e de forma relativamente rápida o que resultará por sua vez numa maior consciência e numa melhor comunidade que equilibra a existência entre as espécies.

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