Episódio 1: Vedar para libertar

A convidadas são Tânia, com formação de base na área do desenvolvimento e psicologia comunitária, ativista dos direitos e bem estar animal, parte da sua carreira trabalhou na área da saúde mental, consultora e fundadora numa consultora de Responsabilidade social e Vanessa, jurista com especialização e direito animal …

Ambas fundadoras do movimento quebra a corrente.

O movimento quebr’ a corrente é um projeto não formal de mudança sistémica de alcance nacional, é um projeto simples, por cada animal preso em corrente identificado (normalmente por vizinhos), é realizado um foundraising especifico, a aquisição de material de vedação, com o aval do tutor, e um grupo de voluntários libertam o animal. 

De tão simples que é consegue expandir-se numa miríade de teias interligadas diretamente relacionadas, não aparente à vista desarmada. Num país pouco habituado a uma sociedade civil não formal, a la toqueville, este movimento é diferente.

 O movimento quebra a corrente pretende mudar a vida de cada animal em que intervém, mas muda muito mais do que isso, oferece a oportunidade aos seus tutores de proporcionarem uma vida melhor, de criarem novos laços que a própria noção de liberdade proporciona, oferece aos voluntários a possibilidade de participarem num processo transformativo, ao movimento, sobretudo animal, de perceber que todos, até os mais imprevisíveis podem fazer parte da solução, e  mais importante que tudo, o movimento oferece uma solução eficaz e tangível para um problema. Precisamente por isso quisemos começar por ele, para aprender e perceber que traços podemos transpor para questões mais profundas e genericamente mais difíceis de resolver.

A receita normalmente oscila entre o colocar a tônica na culpabilização da vítima ou no afastamento do agressor e neste projeto não acontece não uma nem outra.

Obrigado Tânia, obrigado Vanessa, por terem aceitado este convite, começaríamos precisamente por este ponto: como se começa um projeto que vê no problema, neste caso os tutores, parte da solução?

Este modelo tem alguma inspiração, não necessariamente associado aos animais? Ou aconteceu?

O quebra a corrente é um movimento, porque decidiram não formalizar enquanto associação?

Vocês têm quase 10 000 seguidores no Facebook algumas organizações de animais têm muito mais anos e metade dos seguidores, porque acham que isso acontece, vocês têm uma máquina de comunicação maior ou existe outra razão?

Falemos de impacto social. Como referia na introdução existe uma intervenção direta ao problema, mas das vossas intervenções deprende-se que querem intervir nos comportamentos, como é que planeiam essa intervenção, como medem ou pensam medir, existe também alguma intervenção preventiva, e a um nível mais macro?

Tem ideia de quantos animais estão presos a correntes?

Show Notes

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  • 5:22 Even the all-powerful Pointing has no control about the blind.
  • 9:20 Even the all-powerful Pointing has no control about the blind.
  • 15:08 She packed her seven versalia, put her initial into the belt
  • 36:12 The copy warned the Little Blind Text, that where it came

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